Game View

As noticias do mundo virtual em Português!


Com o decorrer dos anos, um dos pontos que tem vindo a evoluir e a ter mais aderentes, tem sido os jogos e conteúdos disponíveis para compra a partir de download em lojas virtuais, sendo que neste caso os jogos apesar de terem uma apresentação algo minimalista e um preço baixo, não invalidam de todo o divertimento que estes trazem.Outras companhias aproveitam este método para também conseguir trazer vários dos seus jogos clássicos para as consolas de nova geração a um preço baixo e que dão a oportunidade da nova geração experimentar grandes clássicos dos tempos antigos. Muitos dos jogos criados para serem distribuídos desta forma conseguiram atingir grande sucesso como é o caso de jogos como Castle Crashers, Flower ou a série PixelJunk. A Uber Entertainment apostou na Xbox 360 como plataforma para adoptar Monday Night Combat, um shooter na terceira pessoa que se assimila a jogos como Team Fortress 2, Crackdown ou até Defence of The Ancients, mas que com a sua mecânica atractiva e um objectivo de jogo muito simples.

Monday Night Combat situa-se num ambiente futurista e com uma apresentação muito a lembrar a companhia televisiva ESPN a acompanhar desportos como Basebol ou Futebol Americano. Para além de toda esta apresentação, Monday Night Combat dá a parecer que estamos a assistir um desporto apartir da nossa televisão, sendo que o jogo possui um comentador, publicidades entre cada Round. Monday Night Combat é um desporto futurista que se baseia num ou mais jogadores defenderem o dinheiro que nos é dado no jogo que se encontra numa bola de noma “Moneyball”, enquanto vagas de robôs tentam destruí-la. O desporto desenrola-se num estádio cheio de espectadores, e no centro do estádio encontra-se a zona de combate.

Neste jogo iremos ter dois géneros de jogo, um modo que nos permite defender o nosso “Moneyball” de outros robôs, sozinho ou acompanhado por mais colegas de nome Blitz, e outro modo multiplayer que nos põe a destruir a “Moneyball” do inimigo ao mesmo tempo que defendemos a nossa de nome Crossfire. Em Blitz, no centro da zona de combate encontra-se um edifício que se assimila a uma fortaleza de dois pisos, e no centro dessa fortaleza encontra-se o nosso “Moneyball”. Em Crossfire, a zona de combate são duas fortalezas juntas, ambas com um “Moneyball” no seu centro para a sua respectiva equipa defender da equipa contrária. Para além de disparar contra os robôs invasores, em Monday Night Combat, o jogador irá também aumentar as suas habilidades em termos de agilidade e poderio nas armas de fogo.

Outro ponto importante deste jogo é proteger o “Moneyball” com outros meios, meios estes que vão desde armadilhas espalhadas pela zona de combate e que são activadas pelo simples premir de um botão que se encontra no chão, ou então comprando torres de artilharia ou torretas que podem ser adquiridas em pontos especiais da zona de combate, e que irão ser construídas nesses mesmos pontos e posteriormente melhoradas também a troco de dinheiro. O dinheiro incluído no jogo só é conseguido após a destruição de robôs que tentam destruir a nossa “Moneyball”, progredindo para outro Round ou então finalizando um jogo.

Para além de recebermos dinheiro de robôs destruídos vamos também receber um ingrediente chamado spunk Cola, e que enche uma barra de nome Juice, e que após cheia, podemos libertar um habilidade especial que aumenta a nossa força em todos os aspectos. Para nos dar dinheiro e spunk Cola existe também uma personagem que ocasionalmente vagueia o cenário e ao qual teremos que disparar sobre ela para deixar cair esse mesmo dinheiro e spunk Cola. Cada modo incluído no género de jogo Blitz possui o seu número de rounds e dificuldade atribuída. Iremos ter também ao nosso dispor várias classes de personagens de acordo com o nosso estilo de jogo, e que variam desde um estilo de jogo mais agressivo e explosivo até ao estilo mais silencioso e mortífero. Ambas as classes para além do seu estilo de jogo, irão ter habilidades especiais muito diferentes.

A apresentação de Monday Night Combat podia ter sido mais trabalhada mas que de certa forma não atrapalha de todo a experiência de jogo em geral. A sonoplastia é simples, com temas musicas mais dentro do género rock e heavy metal, e com efeitos de som bem conseguido. Infelizmente um dos pontos mais baixos no som é o facto de por vezes o comentador do desporto ser um pouco irritante. O grafismo encontra-se bem conseguidos nas personagens e na arena, mas muito mal trabalhado no público que se encontra no estádio.

Monday Night Combat é um jogo um pouco curto em conteúdo, mas com uma mecânica bastante divertida e intuitiva consegue muito bem valer o preço que lhe é atribuido. Se são fãs de jogos semelhantes do género como Team Fortress 2 ou jogos do género “tower-defence”, vão se sentir em casa em Monday Night Combat.

Segundo reza a história,  Kane & Lynch: Dead Man atravessou mesmo uns dias de cão quando foi lançado em 2007, ainda as consolas da nova geração estavam a dar os primeiros passos. Houve controvérsia e milhares de jogadores furiosos com a qualidade final do primeiro Kane & Lynch.
Ninguém quis acreditar que iria ser confirmada uma sequela para a série, mas isso mesmo aconteceu e Kane & Lynch 2: Dog Days foi revelado, causando uma onda de gozo nos fóruns e incredulidade em quem tinha jogado o primeiro jogo. Agora Kane & Lynch 2: Dog Days chegou e calhou a mim, alguém que não jogou o primeiro e pouca atenção deu à controvérsia, fazer a análise desta grande aposta da Square-Enix. A pergunta nunca fez tanto sentido como nesta análise, será que devem dar uma segunda chance a esta dupla?

Kane & Lynch 2: Dog Days é quase uma sequela no sentido literal da palavra. Desta vez o cenário é completamente novo, tendo sido deslocado para Xangai, onde mora agora Lynch, o elemento calvo com cabelo comprido que anda sempre com um par de óculos escuros na cara, juntamente com a sua grande paixão.
Como é óbvio, uma vez criminoso, para sempre criminoso e Lynch continua associado ao mundo do crime, como um dos capangas de um traficante de armas.
Prestes a realizar uma das maiores transacções de armas de sempre para África,

Lynch pede a Kane que  o venha visitar a Xangai e o ajude a concretizar o negócio para o seu patrão.
Claro que os problemas não tardam a aparecer, sendo que durante um ajuste de contas, a dupla mata uma mulher inocente, que revela ser na realidade a filha de um dos mais poderosos e influentes criminosos de Xangai, e após saber disto, Kane e Lynch passam a ser um alvo a abater para todo o tipo de criminosos da cidade.

E é assim que arranca este jogo de acção intensa no já confirmado estilo de acção na terceira pessoa, com a câmara localizada nas costas da personagem. Vão usar muitos objectos e partes do cenário como cobertura durante os tiroteios que podem ocorrer em sítios tão diversificados como uma auto-estrada, um bairro de lata e até um restaurante típico chinês. Vão poder usar vários tipos de armas, que vão desde a pistola à caçadeira e cada uma oferece maior utilidade dependendo do local onde se encontram.
Por vezes podem ainda contar com a presença de aliados que se juntam a vocês consoante o enredo decorre, mesmo assim não contem com uma ajuda por aí além oferecida por estas personagens.

De onde vem a maior ajuda e de como Kane & Lynch 2: Dog Days deve ser jogado, é com um amigo, quer online, quer offline. A história mantém sempre juntos Kane e Lynch, por isso é muito melhor e mais simples ter sempre duas pessoas a controlar cada um dos dois criminosos. Não só torna o jogo ligeiramente mais fácil, como ainda permite ressuscitar o colega quando este cai ao chão inanimado, é divertido e funciona bem, embora possa ser algo confuso quando jogam em ecrã dividido, pois jogar online com alguém que conheçam permite ter o ecrã completo o que aumenta a imersão no jogo.
Tudo isto podia funcionar muito bem se Kane & Lynch 2: Dog Days não tivesse alguns problemas de colisão. Por mais que uma vez, durante a análise, demos por nós a disparar sobre inimigos escondidos atrás de cobertura, que não morriam ou sofriam danos apesar de estar com parte do corpo ou cabeça de fora. Além disso, alguns inimigos variavam entre humanos normais e esponjas de balas. Isto faria sentido se estivessem a vestir um colete à prova de bala, o que não é verdade, pois alguns andam em tronco nu e conseguem absorver quase tantas balas como o Chuck Norris. Mesmo assim isto varia de cenário para cenário, havendo alguns onde pelo menos o primeiro problema se nota menos.

Além da aventura Kane & Lynch 2: Dog Days ainda é composto por mais dois modos de jogo, o Online competitivo e o Arcade.
Começando com o Arcade, aqui é basicamente o sítio onde vão começar a treinar para jogar online, no Arcade fazem exactamente as mesmas sessões do modo Fragile Alliance, disponíveis no modo multijogador online, com excepção de que todos os restantes ladrões são controlados pelo computador e tentam apenas entrar para as tabelas de Ranking online, enquanto sobrevivem a ondas de assaltos cada vez mais difíceis até perder as vidas disponíveis. Claro que tal como no online, é possível matar os colegas de trabalho e ficar com o dinheiro, mas isso também vos coloca na lista dos traidores.

Jogando Online, existem além deste mais dois modos, o Undercover Cop, onde um dos elementos é escolhido de forma aleatória para ser o polícia infiltrado e assim conseguir deter os criminosos quando estes menos esperam. Por fim existe o Cops and Robbers, um modo onde os jogadores são divididos entre a equipa dos ladrões e dos polícias e os primeiros têm de chegar ao veículo de fuga, enquanto os polícias têm de tentar recuperar o dinheiro roubado.

Todos estes modos online de Kane & Lynch 2: Dog Days revelaram ser surpreendentemente viciantes e divertidos, sendo altamente caóticos, parecendo que a ameaça está ao virar de cada esquina, especialmente com a possibilidade dos nossos colegas poderem atraiçoar-nos.
Porém é uma pena que ao jogar em Fragile Alliance, o traidor seja visível por toda a equipa, pois era bem mais divertido que o traidor só fosse descoberto por quem assisti-se ao assassínio, colocando a equipa em dúvida. Mesmo assim todos os modos são bem divertidos e complementam de boa forma algumas das lacunas do modo história.

Por estranho que pareça, o ponto alto de apresentação de Kane & Lynch 2: Dog Days não está ligado de forma alguma aos gráficos, mas sim aos pormenores estéticos. A câmara é uma recriação de uma Handycam (câmara de mão), dando a sensação de que o jogador é quem está a acompanhar a acção no local com uma câmara oculta, isto resulta em efeitos granulados devido à falta de luz e desfocamento da imagem, com movimentos bruscos, ou quando a personagem sofre danos físicos. Pode ser incomodativo e confuso por vezes, mas não deixa de ter um bom efeito na acção e até ajuda a encobrir as falhas no trabalho gráfico que não é de todo muito bom.
Existem porém pormenores muito bons, como a interacção com os cenários que fazem saltar pedaços de parede ou levantar cortinas de madeira cada vez que são trocados tiros nessa direcção. Estranhamente surgem algumas faixas de censura em algumas situações com conteúdo sexual ou violência que não pode ser desligado (pelo menos na versão a que tivemos acesso),
mas se no conteúdo sexual era previsível, na violência, como Headshots, é muito estranho que isso aconteça.

Por fim, falta falar do trabalho sonoro aplicado em Kane & Lynch 2: Dog Days, que apesar de não ser genial a nível de música, é muito bom no que toca a vozes, especialmente no caso de Kane e Lynch, que oferecem linhas de diálogo sólidas, interessantes e até divertidas por vezes, criando alguma empatia pelas personagens e a sua situação no mínimo... complicada. No online podem ainda contar com várias vozes oferecidas in-game pelos ladrões e polícias, que além de feitas por outros actores, têm bons pormenores, como o facto de terem pronuncias relacionadas com os países de origem dos ladrões.

Kane & Lynch 2: Dog Days acaba então por ser uma boa surpresa, pois não é um mau jogo, e se assim o é, conseguiu superar decerto Kane & Lynch: Dead Man. A jogabilidade é divertida, embora algo injusta e a precisar de afinações, mas é compensada pela história e o clima frio e cruel do jogo. O modo online promete vir a ser uma boa opção para aqueles que já estão fartos de Call of Duty ou estão dispostos a experimentar algo diferente, embora que não seja novo. Mesmo que não seja um passo sólido para a série, Kane & Lynch 2: Dog Days é no mínimo um passo confiante em frente.


Fonte: Mygames


Para muitos, o nome Lara Croft é o aglomerado de tudo o que significa aventura, perigo e muitos puzzles, e já desde a sua estreia em 1996 nas consolas com o jogo Tomb Raider, a esbelta arqueóloga britânica ficou na mente de todos os jogadores à volta do mundo, não só pela sua beleza exuberante, mas também pelas aventuras cheias de acção que nos proporcionou. Com um reportório de aventuras algo vasto, Lara Croft mostrou sempre a sua agilidade e exuberância em todas as suas aventuras, chegando até mesmo a enfrentar a morte por várias vezes. Com a companhia criadora, a Eidos Interactive, a passar um momento menos positivo dentro da indústria dos videojogos, e sendo recentemente pela Square-Enix, a Crystal Dynamics, companhia responsável por franchises como Legacy of Kain, Gex ou Pandemonium, tornou-se mais uma vez responsável pela próxima aventura de Lara Croft.

Esta nova aventura intitulada Lara Croft and the Guardian of Light transporta a arqueóloga para a América Central, onde há mais de dois mil anos se travou uma grande batalha entre um general indígena de nome Totec, proclamado como o Guardião da Luz, contra um espírito maligno de nome Xolotl. Após derrotar Xolotl e os seus súbditos, Totec emprisiona-se a si mesmo e Xolotl num templo de nome Temple of Light, juntamente com um artefacto chamado Mirror of Smoke. Lara encontra o templo e recupera o Mirror of Smoke, mas este é roubado por um grupo de mercenários que a perseguia. Consequentemente, Xolotl e Totec são libertados, o que faz com que Xolotl roube o Mirror of Smoke das mãos dos mercenários e fuja. Cabe então a Lara e a Totec recuperar o artefacto e selar mais uma vez espírito maligno.

À primeira vista, o jogador irá reparar que a clássica câmera na terceira pessoa, não se encontra neste jogo, e o que nos é dado é uma visão isométrica da acção ao bom estilo de Diablo e que se desloca por onde a personagem se irá deslocar, dando uma boa vista da personagem principal juntamente com o segundo jogador sem recorrer a um ecrã dividido. Em Lara Croft and the Guardian of Light, o jogador pode escolher entre jogar simplesmente sozinho a história, ou então acompanhado por outro jogador localmente. A experiência em jogar Lara Croft and the Guardian of Light cooperativamente é maior e mais divertida do que jogar sozinho, pelo simples facto de que a resolução de puzzles e a destruição dos monstros passa pela cooperação e comunicação, não invalidando de todo a experiência single-player.

As personagens jogáveis em Lara Croft and The Guardian of Light são a nossa conhecida Lara Croft e Totec, o Guardião da Luz, ambos com características e habilidades únicas. Cada jogador possui habilidades que os irá ajudar mutuamente para chegar a sítios inalcançáveis, como as lanças de Totec que após espetadas em paredes, irão criar caminhos para Lara, ou então a corda com gancho que Lara possui, irá acoplar a sítios específicos e permitir que Totec se equilibre por cima da corda para chegar ao destino. No modo single-player é possível jogar apenas com Lara, sendo que ela encontra-se equipada com a lança de Totec para atingir os sítios inatingíveis pela arqueólogo. Várias zonas bem como puzzles encontram-se ligeiramente modificados para serem resolúveis apenas por um jogador.

Em Lara Croft and the Guardian of Light o jogador irá progredir o jogo em vários estruturas antigas semelhante à civilização Inca, completamente fortificadas de todo o género de armadilhas e puzzles para chegar ao nível seguinte. Para superar essas armadilhas vai ser necessário usar a nossa inteligência para resolver os puzzles ou então para superar algumas das armadilhas que nos são apresentadas. Para além das armadilhas e puzzles, vamos ter também vamos monstros para nos eliminarem, monstros estes que variam desde aranhas gigantes até monstros duas vezes maiores que a nossa personagem. Dentro do jogo temos também umas pequenas características bem ao género RPG, podendo equipar à nossa personagem artefactos especiais que aumentam as propriedades das personagens, sendo que temos até três espaços para equipar artefactos. Para além de equiparmos artefactos, podemos também equipar outras armas à nossa personagem, armas como lança-chamas ou metralhadoras.

A jogabilidade encontra-se simples e bastante acessível sendo possível controlar a personagem escolhida com o analógico esquerdo, apontar as armas com o analógico direito e disparar com o gatilho direito. Com os botões direccionais podemos mudar o armamento e os restantes botões servem para as acções de saltar e usar as habilidades especiais. Ao finalizarmos cada nível, vamos ver a pontuação que acumulámos ao longo do nível de acordo com as jóias ou outros items que apanhámos, e de acordo com os monstros que matámos, atingindo objectivos internos dentro do jogo. Em termos de apresentação, Lara Croft and the Guardian of Light é um dos jogos mais atraentes que se podem encontrar possuindo detalhes algo impressionantes. Alguns dos níveis requerem uma progressão ascendente, e ao atingir uma localização mais superior do nível, é possível ver o cenário em baixo que já foi percorrido por nós. Graficamente o jogo encontra-se bom, com as texturas dos edifícios e dos monstros bem conseguida. Infelizmente alguns bugs como personagens presas em ramificações ou em inimigos podem acontecer ocasionalmente, mas que não prejudicam a experiência total em si. A sonoridade cumpre bem o seu papel, com um reportório de efeitos sonoros muito bem conseguido e com um reportório musical que encaixa bem no jogo.

Em geral, Lara Croft and the Guardian of Light pode até não ser considerado como um jogo da franchise original, mas é sem dúvida uma das melhores aventuras da heroína mais esbelta do mundo dos videojogos. A sua história pouco interessante não afecta este novo passo de Lara Croft com uma nova mecânica de jogo nova e que se encaixa na perfeição. Lara Croft and the Guardian of Light é sem dúvida um título a não perder para todos os fãs de jogos de acção e de Tomb Raider.



Fonte: Mygames


Directamente da Koei, foi criada em 1997 para a PSOne uma saga que iria durar até os dias de hoje e gerar vários spin-offs, falo certamente da saga Dynasty Warriors e do seu spin-off de nome Samurai Warriors. A saga Dynasty Warriors sempre conhecida por incorporar uma jogabilidade de hack & slash frenética capaz de deixar o polegar de qualquer um dorido, e uma história com personagens reais baseados na era feudal do Japão. Ao contrário de Dynasty Warriors, Samurai Warriors possui uma história mais destilada, sendo que esta baseia-se mais na era Sengoku do Japão, uma era muito negra na história do país devido aos seus conflictos internos, o que gerou grandes guerras entre os vários clãs. Em Samurai Warriors 3, vamos então retroceder ao século 14 e vestir a pele de entre 38 personagens desta mesma altura.

No modo campanha, cerca de metade destas 38 personagens possuem uma história própria sendo que todas as histórias encontram-se de uma forma interligadas, por isso cabe ao jogador decidir qual a personagem que mais o agrada. Vamos também poder escolher entre outros modos como o Murasame Castle, em que vamos tentar com uma das 38 personagens à escolha, descobrir um segredo que paira no castle Murasame. A mecânica de jogo em Samurai Warriors 3 é basicamente a mesma na íntegra, ou seja, correr por um cenário com literalmente dezenas de inimigos enquanto tentamos furar caminho para chegar ao nosso destino, e por mais excitante que isto possa parecer, torna-se bastante repetitivo após algumas missões. Podemos também juntar à nossa demanda mais um jogador, que irá partilhar das nossas missões, e ajudar-nos a completar as nossas missões. Infelizmente Samurai Warriors 3 só consegue oferecer algum desafio apartir da dificuldade Normal, porque a dificuldade Easy, não fornece qualquer impedimento ao jogador de progedir o nível, sendo que alguns inimigos parecem sofrer de algum síndrome psicológico que os impede de nos atacar, ficando completamente parados enquanto tentamos preparar o nosso ataque.

Para além de soldados, vamos encontrar outro género de lutadores como lutadores de sumo, cavaleiros e generais de certos grupos de soldados. O jogador poderá escolher entre vários controladores para conduzir a sua personagem, desde a combinação Wii Remote mais Nunchuk, comando da antiga Game Cube até aos comandos Classic Controller e Classic Controller Pro, o que não oferece grande diferença pelo simples facto de que o jogo necessita mais de destreza no polegar do que propriamente inteligência ou perspicácia. A apresentação encontra-se algo mista, até porque os modelos das personagens estão bem conseguidos, mas os cenários estão muito pouco trabalhados.

Todo o aspecto visual de Samurai Warriors 3 desde o menu inicial até ao jogo em si encontram-se bem conseguidos, mas os cenários pouco trabalhados, erros de câmera irritantes e alguns bugs e glitches podem arruinar a experiência para os jogadores que nunca experimentaram um jogo da franchise Samurai Warriors ou Dynasty Warriors. Em certas alturas a câmera de jogo consegue afectar a experiência de tal modo em que o jogador precisa de estar constantemente a corrigi-la para conseguir ver o campo de batalha. Apesar de termos várias personagens para jogar e várias missões para completar, a experiência em si torna-se bastante irritante.

Samurai Warriors 3 é um jogo que consegue oferecer uma boa experiência a curto prazo e com certeza que vai satisfazer os fãs mais hardcore da série. Em suma, Samurai Warriors 3 é um jogo que deve ser ao menos experimentado graças à sua jogabilidade que consegue acalmar os nervos do jogador e às suas referências ao Japão feudal.


Fonte:Mygames





There's only room for one Boss. And one Snake

Não é novidade para ninguém, que Metal Gear Solid iniciou uma era de jogos de acção furtiva. Foi em 1999 que Snake se estreou pela primeira vez em 3D e catapultou a série Metal Gear Solid para as luzes da ribalta. Kojima, o produtor e o criador da série, foi automaticamente considerado um génio, ao transpor o que há de melhor em Hollywood, fornecendo assim, uma experiência cinematográfica e, ao mesmo tempo, uma lição para a industria dos videojogos.

Metal Gear Solid foi ficando cada vez melhor à medida que iam sendo lançadas “continuações”, compostas por prequelas e sequelas. Foi em Metal Gear Solid 3: Snake Eatere Metal Gear Solid: Portable Ops que Kojima nos deu a conhecer a história de Naked Snakee de Boss, entre outras personagens míticas.

Kojima surpreendeu tudo e todos na E3 2009 ao anunciar uma verdadeira sequela do Metal Gear Solid 3: Snake Eater mas, desta vez, para a PSP. Metal Gear Solid: Peace Walker é o nome dado ao jogo que continua a história de Big Boss e que, segundo Kojima, iria revolucionar os jogos da PSP.

Nome: Metal Gear Solid: Peace Walker
Plataforma: PSP
Produtora
: Konami
Distribuídora: Ecofilmes
Data de Lançamento: 18/06/2010
PVP Recomendado: 39.90€
HDD: 320 MB/880 MB

Antes de começarem, fica aqui o aviso que Metal Gear Solid: Peace Walker tem instalação obrigatória. Temos de escolher se queremos instalar o small package que ocupa 320 MB ou ofull package que ocupa 880 MB. Para além da óbvia redução dos tempos de carregamento, esta instalação permite que exista som nos diálogos feitos por rádio.

Como disse na antevisão, a história passa-se 10 depois de Metal Gear Solid 3: Snake Eater e 4 anos depois de Metal Gear Solid: Portable Ops.Snake (Big Boss) e Kazuhira Miller são abordados por dois estranhos que lhes pedem ajuda e explicam que uma força militar desconhecida ocupou o seu país, a Costa Rica. Gálvez Mena ePaz Ortega Andrade pretendem que Big Boss (Naked Snake) e os Militaires Sans Frontières, (organização não governamental dirigida por Naked Snake/Big Boss), descubram o que esta força invasora pretende e os obriguem a sair da Costa Rica em troca de uma Offshore Plant(base de operações) situada no mar das Caraíbas.

A excelente apresentação de Metal Gear Solid: Peace Walker começa logo nas cenas cinemáticas que têm um estilo muito próprio. Estas cenas são apresentadas de uma maneira interactiva e num estilo cartoon, desenhado à mão, como acontecia em Metal Gear Solid: Portable Ops. Porém, estas cenas vão mais além do que apenas contar a história. Nelas iremos encontrar interactividade onde poderemos fazer zoom in e zoom out em determinadas personagens ou zonas do cenário, de modo a apreciar os pormenores que os rodeiam. No entanto, Metal Gear Solid: Peace Walker traz com ele os quick time events onde, como já é habitual neste tipo de acção, teremos de pressionar um certo botão numa determinada altura.

Metal Gear Solid: Peace Walkerensina-nos, desde cedo, a mexer com o Naked Snake (Big Boss), ao sermos presenteados com um pequeno tutorial em que nos mostram os controlos do jogo. Como a PSP tem apenas um analógico, os botões do painel frontal da PSP servirão para controlar a câmara enquanto o “L” serve para apontar e o “R” para disparar. O D-Pad representa um papel essencial, pois é através do mesmo que controlamos o nosso equipamento e realizamos determinadas acções como agachar, deitar e até espreitar por uma porta. No entanto, a jogabilidade de Metal Gear Solid: Peace Walkernão nos permite mexer enquanto estamos deitados. Em compensação, aumenta o nosso índice de camuflagem.

O CQC (Close Quarters Combat), presente em jogos anteriores, está de volta e com novidades, como o facto de podermos atacar vários inimigos ao mesmo tempo, o que é bastante útil quando somos detectados e nos encontramos rodeados por vários inimigos. Apesar de não podermos arrastar e esconder os corpos dos soldados inimigos, todas as outras acções como sufocar ou fazer hold up são possíveis em Metal Gear Solid: Peace Walker.

A Offshore Plant (base de operações) que nos é oferecida em troca do nosso “sim” à missão proposta por Gálvez Mena, não é só para enfeitar. Esta base desempenha uma papel muito importante em Metal Gear Solid: Peace Walker, pois como foi dito no inicio desta análise,Naked Snake (Big Boss) é o líder e gere uma organização independente e livre, o que quer dizer que iremos ter de recrutar soldados. Contudo, ao contrário do Metal Gear Solid: Portable Ops em que tínhamos de os transportar às costas para dentro de um camião, em Metal Gear Solid: Peace Walker temos acesso a um novo sistema, chamado “Fulton Recovery System”, que consiste num balão insuflável, elevando o soldado ou POW (prisioneiro de guerra) em questão pelo ar, de forma a ser recolhido por um helicóptero e transportado para a nossa base.

Os soldados que vão chegando à Offshore Plant possuem vários parâmetros/habilidades. A nossa base é constituída por vários departamentos onde serão incluídos estes soldados que são recrutados no terreno. Temos vários departamentos mas os que se destacam são: Staff, R&D(Research & Development), Metal Gear e Versus Ops.

Staff – Aqui será onde destacaremos o nosso pessoal pelos diversos departamentos existentes na nossa base. Os departamentos são: Combat Unit, R&D Team, Mess Hall Team, Medical Team, Intel Team, Sickbay e Brig.
  • Combat Unit – É para onde vão os recrutas com melhores aptidões militares.
  • R&D Team – Sítio onde colocamos os soldados com melhores capacidades para o desenvolvimento de armas e itens. 
  • Mess Hall Team – Todos os soldados precisam de comer, certo? É neste departamento que pomos todos aqueles que têm uma especial habilidade na cozinha.
  • Medical Team – Como qualquer local, a nossa base também precisa de staff médico.
  • Intel Team – Alguns soldados que capturamos conhecem bem uma determinada região e nada melhor que os colocar a trabalhar nos serviços de inteligência.
  • SickBay – Como acontece na vida real, as pessoas ficam doentes ou feridas em combate. Sickbay será o local para onde elas são deslocadas automaticamente cabendo ao nosso staff médico cuidar destas.
  • Brig - Nem todos os soldados estão dispostos a juntar-se a nós, sendo necessário que eles sejam convencidos a tal.
Os recrutas dos vários departamentos pode ser gerido à nossa maneira, ou seja, a qualquer momento podemos mover pessoal de umas funções para as outras e até dispensar os serviços de um determinado soldado. No entanto, e caso não sejam pessoas pacientes, é possível, atribuir recrutas automaticamente às diversas divisões presentes no staff.

R&D (Research & Development) – Ao contrário de jogos como Metal Gear Solid 3: Snake Eater ou Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots em que encontramos e apanhamos/compramos armas novas, em Metal Gear Solid: Peace Walker dependemos da nossa equipa investigação de armamento e não só, para termos acesso a novo equipamento. Porém, armas e itens custam dinheiro para serem desenvolvidas, por isso, quantos mais soldados tiverem na Combat Unit mais dinheiro (GMP) entra para a nossa organização.

Existe também uma componente RPG presente em Metal Gear Solid: Peace Walker. Quanto mais utilizarmos as armas mais experiência ganhamos com as mesmas, fazendo com que as utilizemos mais eficazmente. Para além disso, é possível aumentar o rank das armas e itens, aumentando e melhorando a sua performance.

Metal Gear – Aqui, é uma das partes mais interessantes deste Metal Gear Solid: Peace Walker,visto podermos construir o nosso próprio Metal Gear através de peças que adquirimos através de determinados bosses.

Versus Ops – O nome diz tudo. Por outras palavras, é onde nos preparamos para entrar online para combates até 6 pessoas. Podemos escolher se queremos ser o host da partida ou então procurar, através da ligação Wi-Fi, jogos que estejam a decorrer algures no mundo.

A nossa base também nos oferece a possibilidade de trocarmos soldados entre diferentes jogadores, enviar ou aceitar presentes de outros jogadores, recrutar novos soldados através de uma pesquisa de pontos wireless e até participar num mini-jogo em que enviamos as nossas tropas para zonas militares, cumprindo determinadas missões. Este mini-jogo é apresentado em combate por turnos e, caso os nossos soldados vençam, as suas capacidades/habilidades aumentarão.

É na campanha que Metal Gear Solid: Peace Walker brilha em todo o seu esplendor. A mecânica não é muito diferente de outros Metal Gear e o jogador terá de seguir o rumo do enredo. Durante várias missões podemos encontrar POW e blueprints (esquemas de novas armas/itens para o nosso departamento R&D desenvolver), assim como, os habituais bossesque nos tentam transformar em picadinho, enquanto fazemos de tudo para não sermos detectados ao longo de quase 16/17 horas (apenas) de campanha.

Antes de começarmos qualquer missão somos levados para um menú de debriefing, onde saberemos os detalhes e iremos escolher o equipamento, assim como, a camuflagem que achamos adequada para a missão. Estas escolhas têm de ser ponderadas pois não é possível trocar de camuflagem em plena missão como acontecia em Metal Gear Solid 3: Snake Eater. No final de cada missão, somos presenteados com um relatório da nossa performance, onde somos avaliados consoante a nossa prestação, e também as recentes novidades da nossa base de operações.

Porém, existem missões secundárias que vão sendo desbloqueadas à medida que completamos missões. Estas são muito úteis se pensarmos que, em média, cada arma/item demora cerca de uma missão a desenvolver fazendo com que exista uma certa componente estratégica em Metal Gear Solid: Peace Walker.

Outra particularidade destas missões é o facto de poderem ser jogadas em co-op até 4 jogadores. Esta experiência dá, sem dúvida, um novo alento à serieMetal Gear Solid e torna a experiência muito mais gratificante. Para além de facilitar as missões, nomeadamente em lutas de bosses, em co-op podemos usar itens especiais como é o caso da love box onde a utilização da mesma é feita por duas pessoas, algo inédito nesta série.

Gráfica e sonoramente, Metal Gear Solid: Peace Walker é uma obra prima, com o nível de qualidade a que o Kojima já nos habituou. Metal Gear Solid: Peace Walker é, definitivamente, um jogo que puxa pelas capacidades da PSP e para provar isso, a Kojima Productions mostra-nos um jogo com visuais e músicas que nos põem no espírito ideal e nos fazem querer jogar mais e mais.



Big Boss, encontra-se com um nível de detalhe soberbo, onde até é possível verificar as costuras da pala de Naked Snake e observar a sua cicatriz, em forma de cobra, situada no peito. Os efeitos de luz e poeira são reflectidos em Naked Snakequando ocorre uma explosão. No entanto, o que mais impressiona, é mesmo o facto de determinados bosses ocuparem o ecrã todo da PSP e não existir um único slow down.

 O elenco de vozes foi muito bem escolhido e podem contar com o regresso de David Hayter e outros ( que não vou revelar porque são spoilers) conhecidos da série. Os sons ambiente também estão muito bons e realistas, como o disparar das diferentes armas.

Kojima, já nos habituou a excelentes composições sonoras e este Metal Gear Solid: Peace Walker não foge à regra. Com a produção de grande parte das músicas a cargo do Akihiro Honda, Metal Gear Solid: Peace Walker apresenta-nos belos temas sonoros. Contudo, se querem mesmo desfrutar do som de Metal Gear Solid: Peace Walker terão de usarheadphones.

Por estes motivos acima descritos, Metal Gear Solid: Peace Walker é um belíssimo jogo em todos os sentidos e dos melhores títulos da história da PSP. A sua história cativante e a maneira como é apresentada agradará, certamente, a todos os fãs de Metal Gear Solid. Com uma campanha que dura entre 16 a 17 horas e o humor habitual, a possibilidade de descobrir mais um pouco sobre Big Boss e a sua mentoraBoss, várias missões secundárias e opçõesmultiplayer, seja em versus ou co-op, que prolongam a experiência do jogo, tornam este Metal Gear Solid: Peace Walker um jogo obrigatório para todos os fiéis da sérieMetal Gear.

Kojima e a Kojima Productions provaram que é possível produzir excelentes jogos para a portátil da Sony.





Fonte: MyGames


Em Plants vs. Zombies a sua missão é defender sua própria casa da invasão de variados tipos de zumbis (um mais maluco do que o outro) que só querem saber em comer o seu cérebro! Você deve estar se perguntando “mas como eu poderei me proteger deste apocalipse de zumbis?”, certo? Pois isso é simples! Basta que você plante plantas que defendam a sua casa da invasão! “Como assim?”, você deve estar se perguntando. Fácil, você possui sementes de plantas geneticamente modificadas capazes de atacar zumbis!

Como jogar Plants vs. Zombies

Para jogar Plants vs. Zombies você precisará somente usar o seu mouse, mais fácil do que isso impossível! Para plantar uma planta você precisará de um determinado número de “sois”, cada 25 sois caem do céu de vez em quando, o que é insuficiente para você se proteger. Pensando nisso é que existem os girassois! Pois com apenas 50 sois você planta uma fábrica de sois!


Ao todo existem seis tipos de plantas, cada qual adquirida ao final de uma fase. A primeira já vem com você (ela serve para atacar zumbis à distância), a segunda é o girassol (capaz de lhe prover sois), a terceira á uma bomba (assim que plantada ela explode), a quinta é uma barreira (serve para atrasar os zumbis), a sexta é uma mina (explode ao ser pisada por um zumbi, mas demora a ser armada), já a última congela os zumbis e atrasa o seu movimento. Por fim, a pá remove uma planta previamente plantada.